06.12 ATENÇÃO: OS CURSOS DE RADIOLOGIA DIGITAL (07.12) E PROTEÇÃO RADIOLÓGICA (09/12) FORAM SUSPENSOS. MAIORES INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM A SECRETARIA.

04.12 Esclarecimento:

27.11 Atenção servidores do HCPA: Aqueles que se encontram na lista abaixo entrar em contato com o Sinttargs

17.11 Diretor Rogério e Dra. Sandra atendem profissionais do Hospital São Carlos Farroupilha na sede do Sindisaúde em Caxias do Sul.


Origem do Dia do Radiologista

Em 8 de Novembro de 1895, o físico alemão Wilhehm Conrad Roentgen começou a fazer experiências em seu laboratório na Universidade de Wurzburg que viriam a se tornar uma das maiores descobertas da medicina contemporânea.

Em 22 de dezembro do mesmo ano, Roentgen usou a radiação para fotografar os ossos da mão de sua esposa. Sem saber ao certo o tipo de "raio" capaz de fazer tal feito, o alemão chamou a invenção de "Raio-X", sendo que o "X" sempre foi usado para indicar aquilo que é indeterminado ou desconhecido.

Depois de aperfeiçoar sua descoberta, Roentgen recebeu o Prêmio Nobel de Física, em 1903, por ter criado o "Raio-X".

Assim, os profissionais da área decidiram decretar o dia 8 de novembro como o Dia do Radiologista, homenageando a data em que o cientista começou seus estudos que levariam a descoberta de um dos aparelhos mais importantes do século XX.



Sinttargs Radiologia em apoio ao movimento por melhorias salariais e demais direitos dos trabalhadores da FGV.


Curso de Atualização em Radiologia Odontológica terá seu encerramento dia 07 de outubro, sábado, 13h30 no Sinttargs!!!

NÃO FALE DO SEU SINDICATO,

MAS SIM,

FALE COM O SINDICATO!!!

"AUTOR DESCONHECIDO"



PGR pede inconstitucionalidade de lei que permite terceirização da atividade fim

Para Rodrigo Janot, a norma fere direitos fundamentais garantidos pela Constituição ao trabalhador, além de precarizar as relações de trabalho

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional a Lei 13.429/2017, sancionada em março deste ano, que possibilita a contratação irrestrita de terceirizados na atuação finalística das empresas e em atividades permanentes. Para o PGR, a lei contraria o caráter excepcional do regime de terceirização e viola o regime constitucional de emprego socialmente protegido, além de esvaziar os direitos fundamentais conferidos ao trabalhador.

Na Ação Direta de Inconstitucionalidade 5735, enviada ao STF, Janot destaca que as alterações promovidas pela Lei 13.429/2017 na Lei 6.019/1974 - que regulamenta o trabalho temporário e a terceirização - invade o espaço próprio do regime geral de emprego direto, dotado de proteção pela Constituição Federal. Além disso, ao ampliar de forma "ilegítima e desarrazoada" o regime de locação de mão de obra temporária, para além de hipóteses estritamente necessárias à empresa tomadora dos serviços, afronta a cláusula constitucional que impede o retrocesso social desarrazoado e vulnera normas internacionais de direitos humanos.
Diante do risco social que a lei representa, o PGR pede que o STF conceda liminar para suspender imediatamente seus efeitos. Isso porque, segundo ele, a vigência da lei abre espaço para que milhares de postos de emprego direto sejam substituídos por locação de mão de obra temporária e por empregos terceirizados em atividade finalística, "com precaríssima proteção social". 
Para ele, esse tipo de contratação fere o regime de emprego constitucional e, por conseguinte, a proteção social constitucionalmente destinada aos trabalhadores, conforme sustenta. Além disso, ele argumenta que a eventual substituição de postos de trabalho pode ser de difícil reversão, com impacto direto na vida dos trabalhadores.
Na inicial da ADI, o PGR sustenta, ainda, que as alterações promovidas pela lei esvaziam os direitos fundamentais conferidos pela Constituição aos trabalhadores e vulneram o cumprimento, pelo Brasil, de normas internacionais, como a Declaração de Filadélfia, as Convenções 29 e 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Pacto de São José da Costa Rica, a Carta da Organização dos Estados Americanos e o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.
Inconstitucionalidade material - Na ação, Janot contesta o dispositivo que autoriza a terceirização irrestrita da atividade finalística de empresas privadas e de órgãos e entes da administração pública. Para ele, além de violar o regime constitucional de emprego socialmente protegido, a norma fere a função social das empresas, o princípio isonômico e a regra do concurso público nas empresas estatais exploradoras da atividade econômica. 
Para o PGR, também é inconstitucional a "ampliação desarrazoada" do regime de locação de mão de obra temporária, para atender atividades previsíveis e normais das empresas tomadoras do serviço (artigo 2º). Com a alteração, passa a ser possível o uso do trabalho temporário não apenas em situações imprevisíveis ou extraordinárias, mas para o antedimento de atividades permanentes, o que fere princípios constitucionais e desvirtua a finalidade desse tipo de contratação. 
O PGR contesta, ainda, o dispositivo que triplica o prazo máximo do contrato de trabalho temporário com a mesma empresa (parágrafos 1º e 2º do artigo 10), passando de três para nove meses, o que corresponde a três quartos do ano. "À empresa tomadora torna-se factível utilizar permanentemente o trabalho temporário em todas as suas atividades intermitentes, periódicas ou sazonais, apenas administrando rodízio de contratos com o mesmo trabalhador", sustenta. 
Inconstitucionalidade formal - Na inicial da ADI, o PGR também sustenta que a Lei 13.429/2017 é formalmente inconstitucional por vício de tramitação do projeto. Isso porque, segundo ele, a Câmara dos Deputados não apreciou, antes da votação conclusiva, o requerimento feito em 2003, pelo então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pedia a retirada da proposta legislativa. Para o PGR, a recusa de apreciação do requerimento, por parte do Legislativo, afronta a divisão funcional dos poderes, visto que é garantia constitucional do presidente desistir da proposição e submeter ao Congresso tal pedido.

Íntegra da ADI 5735


Assessoria de Comunicação Estratégica do PGR
Procuradoria-Geral da República
pgr-noticias@mpf.mp.br
(61)3105-6400/6405


Sinttargs segue mantendo seu projeto: Radiografando o Rio Grande!


SINTTARGS entrega documento solicitando apoio na Câmara e na Prefeitura visando a compra de equipamentos para a Santa Casa de Uruguaiana.

Prefeitura Uruguaiana
Prefeitura Uruguaiana
Câmara de Vereadores Uruguaiana
Câmara de Vereadores Uruguaiana

Sinttargs realiza Assembléia para decidir o dissídio!


Sinttargs Radiologia reúne-se com Instituto Brasileiro de Saúde, Ensino, Pesquisa e Extensão para o Desenvolvimento Humano - IB SAÚDE, vereador DUDU e trabalhadores da UPA Scharlau.

Sinttargs Radiologia reuniu-se na Câmara de Vereadores de São Leopoldo com um grupo de trabalhadores da UPA Scharlau no intuíto de resolver a situação dos mesmos perante a empresa Futura Sistema de Saúde e Assistência Social


Sinttargs reuniu-se com os representantes do HU - Hospital Universitário, HPSC - Hospital de Pronto Socorro e UPA's de Canoas, deliberando ações coletivas indenizatórias junto a empresa GRUPO DE APOIO À MEDICINA PREVENTIVA E À SAÚDE PÚBLICA - GAMP e Prefeitura.

Interessados em aderir remeter documentos para sinttargs@sindiradiologia.org.br


Sindicato dos Técnicos, Tecnólogos e Auxiliares em Radiologia Médica do estado do Rio Grande do Sul comunga da Nota pública emitida pela ANAMATRA - Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho  acerca da Terceirização, eis que ninguém mais sábios do que os senhores Magistrados do Trabalho, que todos os dias de sua profissão deparam-se com profissionais buscando seus direitos trabalhistas em desfavor de empresas terceirizadas que quiçá um dia serão encontradas para reparar o "mísero" trabalhador que doou seu conhecimento profissional, sua mão de obra especializada, cumpriu regiamente com sua obrigação contratual. Enquanto isso o terceirizador, usufrui dos benefícios do trabalhador, garantiu que os seus tenham do melhor.

Enfim, terceirização na atividade fim, é o FIM!

Terceirização é protelar mais ainda a aposentadoria, ver a velhice chegar; alguns talvez chegue com o manto da morte, pois salários a menor, condições de vida precárias, mantença familiar insustentável não tem quem sobreviva com dignidade, quando os Governantes desconsideram os preceitos e garantias constitucionais consignados na Carta Magna.

Terceirizar é abrir as portas para a Falência do País!!!

Clique aqui e leia Nota Pública na íntegra.


Sinttargs reúne-se com Vereador e Secretaria de Administração de São Leopoldo para manter os postos de trabalho do setor Radiológico na UPA Scharlau.


Vice Presidente do Sinttargs, TR Luís Antônio junto com Dra. Sandra atendendo em subsede Caxias do Sul.


Presidente do Sinttargs, TR Carlos Dorneles presente na audiência com  o Grupo Instituto de Saúde e Educação Vida (ISEV), realizada dia 23.03, na Justiça do Trabalho em prol dos trabalhadores do Hospital Getúlio Vargas - Estância Velha.


Grupo  Instituto de Saúde e Educação Vida (ISEV) sai do Hospital Getúlio Vargas. 

Todos os funcionários foram absorvidos na nova empresa contratada pela Prefeitura de Estância Velha onde Sinttargs atuou na manutenção dos mesmos. 


No dia 14 de março, diretores do Sinttargs participaram da Sessão na Câmara de Vereadores sobre o não pagamento e troca de administração da UPA de Scharlau - São Leopoldo.


Sinttargs participa de audiência contra o Hospital São Carlos de Farroupilha - RS, no dia 15 de março.




REAJUSTE SALARIAL 

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